Fotografias Premiadas

Todo ano a empresa Sony promove um concurso de fotografia cuja participação é muito cobiçada.

A premiação ocorreu na cidade de Londres na Inglaterra e neste ano, 2011, o vencedor foi o argentino Alejandro Chaskielberg, que ganhou o prêmio de melhor fotógrafo do ano. As fotos premiadas são imagens de habitantes das Ilhas do Delta do Rio Paraná.

A foto "O Caçador" rendeu ao argentino Alejandro Chaskielberg o prêmio de fotógrafo do ano

A fotografia 'O Capitão', de Alejandro Chaskielberg, faz parte da série 'Maré Alta', que retrata moradores de ilhas no rio Paraná

Clique aqui para ver mais fotografias de Alejandro Chaskielberg.

Este ano, também, houve um recorde de inscrições para o concurso de fotografia da Sony. Mais de 105 mil participantes de 162 países.

Entre os amadores, na categoria “Sorrisos”, o premiado foi o brasileiro Carlos Henrique Reinesch, com a imagem de um homem amputado sorrindo enquanto vende fitas de Nosso Senhor do Bonfim.

O brasileiro Carlos Henrique Reinesch venceu na categoria 'Sorrisos' com esta imagem de um vendedor de fitas de Nosso Senhor do Bonfim

A competição profissional é dividida em 15 categorias separadas em três gêneros, que são Fotojornalismo e Documentário, Belas Artes e Comercial. Já os amadores foram divididos em 10 categorias, que são: Ação; Após o Escurecer; Arquitetura; Arte e Cultura; Moda; Natureza e Vida Selvagem; Panorâmica; Pessoas; Sorrisos e Viagem.

Clique aqui para ver outras fotos vencedoras.

Continuar lendo

Sony World Photography Awards 2011

Confira aqui as fotografias vencedoras de cada categoria.

Na categoria 'Esporte', o primeiro lugar ficou com a foto de uma competição de homens gordos na Etiópia.

A fotografia 'Coexistência nº 1', feita em uma tribo na Etiópia, foi a vencedora na categoria 'Viagem'.

A foto de uma criança da minoria étnica Rohingya, perseguida em Mianmar, venceu na categoria 'Atualidades'.

A foto vencedora na categoria profissional 'Paisagem' foi feita na Suíça.

A imagem de uma corrida de búfalos na Indonésia foi a vencedora geral entre os fotógrafos amadores.

Esta fotografia de duas formigas se alimentando venceu na categoria amadora 'Vida Selvagem'.

A vencedora da categoria 'Arte e Cultura' retratou uma sessão de cinema em Maharashtra, na Índia.

Clique aqui para voltar para a página inicial.

Alejandro Chaskielberg – Fotógrafo do Ano 2011

O argentino Alejandro Chaskielberg, 34 anos, é o vencedor do L’Iris D’Or Sony World Photography Awards é graduado pelo Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales, INCAA, da Argentina, e começou a trabalhar ainda jovem na imprensa local de Buenos Aires, cujo ensaio “Argentina Crisis” , de 2001, alcançou destaque pelo tratamento diferenciado dado a imagens jornalísticas. Premiado em 2008 pela National Geographic Society por seu ensaio sobre o delta do Rio Paraná, foi agraciado também em 2009, com a bolsa Emerging Photographer Grant da revista Burn, cujo curador é o fotógrafo David Alan Harvey.

É considerado pela prestigiosa revista novaiorquina PDN (Photo District News) como um dos 30 melhores fotógrafos emergentes da atualidade.

 

 

Clique aqui para voltar para a página inicial.

Carlos Henrique Reinesch – Vencedor da categoria Sorrisos 2011

Carlos Henrique Reinesch que venceu com a imagem que melhor representou a categoria Sorriso, com a foto “Uma explosão de Cores”, estuda Administração na UFMG, e também Engenharia de Energia na PUC Minas.

Segundo ele, a fotografia funciona como uma válvula de escape  do cotidiano. “Em um mundo onde ninguém tem  mais tempo para apreciação da arte, acredito que, com uma obra de impacto, eu consiga deixar algum desconforto na cabeça dos observadores”

Conheça algumas de suas fotografias:

Clique aqui para voltar para a página inicial.

Kevin Carter

Kevin Carter (13 de setembro de 1960 – 27 de julho de 1994) foi um premiado fotógrafo jornalístico do Continente Africano e membro do “Clube do Bangue-Bangue”.

Em março de 1993, Carter fez uma viagem para o sul do Sudão. O som de choramingar macio perto da vila de Ayod atraiu Carter a uma criança sudanesa. A menina havia parado para descansar ao esforçar-se para chegar a um centro de alimentação, onde um abutre tinha aterrado próximo. Ele disse que esperou aproximadamente 20 minutos, esperando que o abutre abrisse suas asas. Não o fez. Carter tirou a fotografia e perseguiu o abutre para afastá-lo. Entretanto foi criticado por somente estar fotografando e não ajudando a pequena menina.

A foto foi vendida ao The New York Times onde apareceu pela primeira vez em 26 de março de 1993. Praticamente durante a noite toda centenas de pessoas contactaram o jornal para perguntar se a criança tinha sobrevivido, levando o jornal a criar uma nota especial dizendo que a menina tinha força suficiente para fugir do abutre, mas que o seu destino final era desconhecido.

Em 2 de abril de 1994 Nancy Buirski, um editor estrangeiro de fotografias do New York Times, telefonou para Carter para informar que ele tinha ganho o mais cobiçado prémio de fotografia. Carter foi premiado com o Prémio Pulitzer por Recurso Fotográfico em 23 de maio de 1994 na Universidade de Colúmbia em Nova Iorque.

 Suicídio

Em 27 de julho de 1994 levou seu carro até um local da sua infância e suicidou-se utilizando uma mangueira para levar a fumaça do escape para dentro de seu carro. Ele morreu envenenado por monóxido de carbono aos 33 anos de idade. Partes da nota de suicídio de Carter dizia:  “Estou deprimido… Sem telefone… Sem dinheiro para o aluguel.. Sem dinheiro para ajudar as crianças… Sem dinheiro para as dívidas… Dinheiro!!!… Sou perseguido pela viva lembrança de assassinatos, cadáveres, raiva e dor… Pelas crianças feridas ou famintas… Pelos homens malucos com o dedo no gatilho, muitas vezes policiais, carrascos… Se eu tiver sorte, vou me juntar ao Ken…”

 
Clique aqui para voltar para a página inicial.

Fotografias Premiadas

Todo ano a empresa Sony promove um concurso de fotografia cuja participação é muito cobiçada.

A premiação ocorreu na cidade de Londres na Inglaterra e neste ano, 2011, o vencedor foi o argentino Alejandro Chaskielberg, que ganhou o prêmio de melhor fotógrafo do ano. As fotos premiadas são imagens de habitantes das Ilhas do Delta do Rio Paraná.

A foto “O Caçador” rendeu ao argentino Alejandro Chaskielberg o prêmio de fotógrafo do ano
A fotografia ‘O Capitão’, de Alejandro Chaskielberg, faz parte da série ‘Maré Alta’, que retrata moradores de ilhas no rio Paraná.

Clique aqui para ver mais fotografias de Alejandro Chaskielberg.

Este ano, também, houve um recorde de inscrições para o concurso de fotografia da Sony. Mais de 105 mil participantes de 162 países.

 

Entre os amadores, na categoria “Sorrisos”, o premiado foi o brasileiro Carlos Henrique Reinesch, com a imagem de um homem amputado sorrindo enquanto vende fitas de Nosso Senhor do Bonfim.

O brasileiro Carlos Henrique Reinesch venceu na categoria ‘Sorrisos’ com esta imagem de um vendedor de fitas de Nosso Senhor do Bonfim

A competição profissional é dividida em 15 categorias separadas em três gêneros, que são Fotojornalismo e Documentário, Belas Artes e Comercial. Já os amadores foram divididos em 10 categorias, que são: Ação; Após o Escurecer; Arquitetura; Arte e Cultura; Moda; Natureza e Vida Selvagem; Panorâmica; Pessoas; Sorrisos e Viagem.

Clique aqui para ver outras fotos vencedoras.

Continuar lendo

Lomografia

Lomografia é um tipo de fotografia que tem como característica as formas antigas de fotografar. Não há necessidade do flash, as câmeras são analógicas, a luz é recebida automaticamente de maneira contínua podendo durar até 30 segundos. Pode haver moldura nas fotos, efeito conhecido como “olho de peixe”. A denominação Lomo é baseada da máquina Cosina CX-1 de 1980, modelo Lomo. É uma câmera compacta com lentes de plástico que produzem efeitos bem diferentes, artísticos.

A Lomografia começou com dois estudantes austríacos na cidade de Viena. Ao usarem a pequena câmera russa Lomo Kompakt Automat verificaram que as fotos ficaram com cores vivas com uma saturação, que criava efeitos interessantes, e cantos escuros nas fotos. Eles nunca tinham se deparados com estes efeitos nas fotos. Obviamente que os amigos ficaram encantados com estas fotografias e começaram a usar suas próprias máquinas Lomo LC-A. Assim nasceu um novo estilo experimental artístico fotográfico.

Os rapazes foram até a cidade de St Petersburg, na Rússia, para trabalharem em contato direto com a distribuição da fantástica e mágica máquina. Assim, nasceram as dez regras de ouro deste movimento de fotografia analógica. As regras foram divulgadas e aplicadas em exibições, congressos mundiais, festas e eventos sobre fotografia. A partir daí novos produtos, filmes e acessórios foram desenvolvidos para a Lomografia. Lomógrafos do mundo inteiro começaram a apresentar seus trabalhos em vernissage de galerias especificas.

As dez regras são:

1- Leva a tua Lomo onde você for.
2- Fotografe a qualquer hora do dia ou da noite.
3- A Lomografia não interfere na sua vida, ela é parte dela.
4- Aproxima-te o mais possível do objeto a ser fotografado.
5- Não pense.
6- Seja rápido.
7- Você não precisa saber antes o que fotografou.
8- Nem depois.
9- Não fotografe com os olhos.
10- Não se preocupe com as regras.

A lomografia possui efeitos nostálgicos. São fotos que parecem sonhos. Objetos simples ficam encantadores com detalhes que ficariam desapercebidos em outros tipos de fotos. Possui características mágicas, misteriosas, sobreposições, vazamentos, borrões, tudo de forma equilibrada entre a saturação e contraste. É uma fotografia artística pós-moderna com realismo fantástico.

 

Clique aqui para voltar para a página inicial.